A IBM desenvolveu uma nova bateria de lítio capaz de conduzir um carro elétrico por mais de 800 km sem precisar de recarga. Atualmente, baterias de carros elétricos fazem apenas 160 km. O projeto foi batizado de Battery 500 (que remete a 500 milhas, ou 800 km) e a invenção vai solucionar os problemas de autonomia e velocidade de recarga, que são os principais empecilhos para o pleno desenvolvimento do mercado mundial de veículos elétricos.
OXIGÊNIO
A nova bateria não utiliza compostos metálicos, que resultam em um peso extra, mas funciona a partir do oxigênio presente na atmosfera, sendo autossuficiente. Por isso, a bateria “respira” para produzir a energia elétrica. Baseada em carbono, ela proporciona um carro mais leve, e, consequentemente, uma menor utilização de energia para o funcionamento.
A tecnologia utilizada é a lithium-air (ar de lítio, em português) com menor peso e densidade de energia mil vezes superior às baterias de lítio convencionais, literalmente, o que permite substituir combustíveis fósseis.
A nova bateria não utiliza compostos metálicos, que resultam em um peso extra, mas funciona a partir do oxigênio presente na atmosfera, sendo autossuficiente. Por isso, a bateria “respira” para produzir a energia elétrica. Baseada em carbono, ela proporciona um carro mais leve, e, consequentemente, uma menor utilização de energia para o funcionamento.
A tecnologia utilizada é a lithium-air (ar de lítio, em português) com menor peso e densidade de energia mil vezes superior às baterias de lítio convencionais, literalmente, o que permite substituir combustíveis fósseis.
REAÇÕES
Nos primeiros testes, a bateria apresentava uma vida útil muito pequena, menor que as baterias tradicionais, já que o oxigênio reagia com a solução condutora de energia. Diante desse impasse, o supercomputador da IBM (Blue Gene) simulou as reações internas do produto, substituindo as substâncias até encontrar uma que não reagisse com a condução. Os testes deram certo e a solução foi encontrada: o oxigênio reage com o peróxido de lítio para criar lítio e energia elétrica. Assim, quando ela está carregada, o processo se inverte e o oxigênio é liberado, gerando um ar respirável, sem poluição.
A IBM está desenvolvendo esse sistema desde 2009 e pretende apresentar um protótipo totalmente operacional em 2013. Testes devem ser realizados até 2020, quando as baterias de lithium-air deverão chegar ao mercado.
A empresa acredita que as baterias de lithium-air poderão substituir por completo o uso de gasolina como combustível. Isso será possível graças à materiais como o grafeno e os nanotubos de carbono que permitirão a construção dessa nova tecnologia.
Nos primeiros testes, a bateria apresentava uma vida útil muito pequena, menor que as baterias tradicionais, já que o oxigênio reagia com a solução condutora de energia. Diante desse impasse, o supercomputador da IBM (Blue Gene) simulou as reações internas do produto, substituindo as substâncias até encontrar uma que não reagisse com a condução. Os testes deram certo e a solução foi encontrada: o oxigênio reage com o peróxido de lítio para criar lítio e energia elétrica. Assim, quando ela está carregada, o processo se inverte e o oxigênio é liberado, gerando um ar respirável, sem poluição.
A IBM está desenvolvendo esse sistema desde 2009 e pretende apresentar um protótipo totalmente operacional em 2013. Testes devem ser realizados até 2020, quando as baterias de lithium-air deverão chegar ao mercado.
A empresa acredita que as baterias de lithium-air poderão substituir por completo o uso de gasolina como combustível. Isso será possível graças à materiais como o grafeno e os nanotubos de carbono que permitirão a construção dessa nova tecnologia.
Assista no vídeo abaixo ao funcionamento da nova bateria:
Por Helena Ometto
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